quinta-feira, dezembro 07, 2006

Queridos COEgas,

vou postar a foto oficial da nossa CR que aconteceu dos dias 02 e 03 de dezembro de 2006 em Goiânia. Contamos com muitos presentes e alguns ausentes. Sei a a turma do "mal" ficou até as 3:00 da manhã na rua. Ô povo festeiro!!!

Nessa CR fizemos eleições para vários cargos, vejam a lista:
- Orientador Regional de Envio
Sai: Victor Procópio Bastos Entra: Bruna Thomé

- Orientador Regional de Recebimento
Sai: Henrique Funari Entra: Pará (vulgo Jorge André Fonteles)

- Diretor Regional
Sai: Tania Moraes Entra: Victor Procópio Bastos

- Coordenador Regional de Comunicação
Sai: Victor Procópio Bastos Entra: Stephannie Melo


Abraço!

quarta-feira, novembro 22, 2006

Hola Chicos, cómo están?

Nosotros estamos muy bien, hablando mucho español y hoy empieza oficialmente el Taller. Son 6 paises participantes, tenemos una diversidad cultural muy grande. Esperamos que mas voluntarios de la region COE tambien logren la oportunidad de participar. Abajo siguen algunas fotos de la delegación brasileña:








Saludos desde Paraguay!!!

Tiniña e Victor

quarta-feira, novembro 15, 2006

Elo com as escolas

















Manter um vínculo com as escolas é algo extremamente importante para que não só os nossos estudantes, mas também as famílias comunidade vivenciem uma experiência que realmente os levem a uma prendizagem intercultural, com base nisso, o AFS vem realizando várias atividades durante esse ano de 2006 com o intuito de fortalecer esse laço tão importante, tais como treinamentos, eventos, parcerias.

E seguindo esse padrão nacional, nós do comitê AFS Barra do Garças temos tentado fortalecer esse vínculo nos aproximando das escolas parceiras, e participando da vida das mesmas, uma prova disso foi a nossa participação na Amostra Cultural de uma dessa escolas parceiras, a Escola Interativa COOPEMA, que foi um sucesso, nessa amostra pudemos manter contato com todo o nosso público alvo, estudantes, e principalmente os pais.

Tivemos contato com toda a sociedade,entregando panfletos, falando sobre nossa missão, fazendo recrutamento de possíveis host fams e divulgando o AFS, foi uma experiência extremamente válida para nosso comitê. Esperamos que mais comitês possam vivenciar uma experiência como essa.

Raffaely Paniago - Comitê Barra do Garças

quinta-feira, novembro 09, 2006


Uma outra história de guerra


Brenno Sarques

Existem pessoas que passam a vida em completo anonimato, outras deixam um legado, uma lição, e se tornam imortais. Tive a oportunidade de ficar cara a cara com um desses personagens que fazem a diferença no mundo. Enquanto milhões de pessoas se matavam durante a Segunda Guerra Mundial, Arthur Howe tomou uma atitude diferente: foi para a guerra não para matar, mas para salvar vidas. Médico? Enfermeiro? Não, Howe era motorista de ambulância.

Durante a primavera de 1940, aos 19 anos, o então jovem universitário, nascido em Connecticut, nos Estados Unidos, alistou-se para ser voluntário do American Field Service (AFS), grupo de motoristas norte-americanos que, durante a Primeira Guerra Mundial foram à Europa para ajudar os franceses. Em 1939, o AFS recebeu um novo chamado de Paris para retornar aos campos de batalha.

Um grupo de soldados franceses havia escapado da invasão alemã e se refugiou na Inglaterra. Lá, eles formaram o Exército Francês Livre (Free French Army), sob o comando do general Charles de Gaulle. Eles passaram a integrar o 8° Exército Britânico e seguiram para a África. Em 1941, cinqüenta voluntários com suas ambulâncias partiram rumo ao Egito, para dar suporte aos britânicos.

África
O oceano Atlântico estava invadido por navios alemães. Para evitar o encontro no mar, os voluntários passaram 65 dias descendo a costa da América do Sul, passando pelo Cabo da Boa Esperança, na África do Sul e depois subindo a costa leste africana até atingir o Egito. De lá, Arthur e seus companheiros seguiram para a Síria, Líbano e Palestina. A tarefa do 8° Exército Britânico era impedir que as tropas do Eixo chegassem às reservas de petróleo no Oriente Médio.

No início de 1942, o palco de batalha era a cidade de Zahle, no Líbano. Foram três meses no front juntamente com o exército da Nova Zelândia. Em seguida, os AFSers (como eram chamados os motoristas) foram para Tobruk, na Líbia, onde uma divisão do exército australiano estava cercado pelos alemães. A única forma de entrar era pelo mar. A divisão australiana estava encurralada pelo exército de Hitler e precisava de suporte dos ingleses. Às 5:20h da manhã de 20 de junho de 1942, o Afrika Korps alemão atacou a cidade. Em dois dias, Tobruk estava nas mãos de Berlim. Neste ataque, doze motoristas voluntários foram mortos, Arthur estava lá, mas conseguiu escapar.

Passado o pesadelo de Tobruk, o objetivo era recuperar a cidade de El Alamein, última linha de defesa dos campos de petróleo. “Durante a viagem à El Alamein, os médicos tinham que decidir, entre os feridos, quem ainda deveria receber socorro e quem estava fadado a morrer. Os que não tinham mais salvação recebiam uma injeção de morfina para aliviar a dor e morrer em paz”, conta. A batalha de El Alamein foi o prelúdio do fracasso nazista na África. Os alemães e italianos preparavam-se para atacar Alexandria, mas foram surpreendidos pelas tropas inglesas. Contrariando as ordens de Hitler, de resistir até o último soldado, o marechal Erwin Rommel partiu em fuga com seus 250 mil homens rumo à Tunísia. Lá, foram capturados pelos norte-americanos.

Era hora de recuperar a cidade tomada pelos alemães. Foi quando o General Bernard Montgomery passou a comandar o 8° Exército. Em outubro de 1942, deu-se início a 12 dias de batalhas face-to-face, onde Arthur e seu grupo iam ao front para socorrer os feridos e levá-los para junto dos médicos. “Foram doze dias sem dormir, com pouca comida e muitas bombas sobre nossas cabeças”, lembra Howe. Ao final da batalha, Tobruk estava novamente sob o comando dos aliados.

No natal de 1942, as tropas do 8° Exército e os AFSers liderados por Howe seguiram para Trípoli, capital da Líbia. De lá partiriam para Tunis, capital da Tunísia, onde encontrariam o exército norte-americano em mais uma batalha.

As condições climáticas no deserto eram particularmente horríveis: altas temperaturas durante o dia, frio à noite e intensas tempestades de areia. Nesse período, Arthur comandava um grupo de 120 ambulâncias: “tínhamos que trocar o óleo das ambulâncias a cada dois dias. Quando chegamos em Trípoli, tivemos que trocar todos os motores de nossos veículos”, recorda.

A cidade de Tunis estava dominada por alemães e italianos. As forças norte-americanas avançavam pelo oeste da África, enquanto os ingleses pressionavam pelo leste do continente. A capital da Tunísia era um dos últimos focos de resistência de Hitler e Mussolini. Nesta altura da guerra, as tropas italianas se encontravam enfraquecidas, faltava combustível para os tanques e caminhões, mas as forças alemãs ainda estavam em boas condições de batalha.

Finalmente conquistada, os aliados permaneceram em Tunis, preparando-se para o próximo passo: invadir a Itália. A surpresa ao desembarcar em solo romano, foi deparar-se com o esgotamento das forças militares fascistas. A resistência era feita por alemães, ou mesmo por civis italianos.

O Fim
Para Howe, o pior da guerra ainda estava por vir. O maior sofrimento não foi o ferimento que sofrera na África, nem os traumas de tantas mortes e destruição enfrentados durante todo o período em que socorreu feridos. Ao chegar perto de Monte Castelo (lá, onde estavam os ‘pracinhas’ brasileiros), as tropas aliadas ocuparam um campo de pouso, cercado por prédios de oito andares, todos muito danificados. “Não havia como ocupar os andares superiores, mas podíamos nos abrigar nos inferiores”, afirma Arthur.

Era a época do inverno italiano. Chovia muito e o frio era intenso. Foi quando um grupo de civis italianos aproximou-se das tropas: “havia muitos idosos, mulheres e crianças, eles estavam andando há cerca de seis dias, estavam famintos e ao relento”, recorda. Mas a guerra não conhece a compaixão, e Howe tinha ordens para não deixar ninguém entrar nos prédios, a não ser suas tropas. “Tive que impedir aquelas pessoas de receberem abrigo, e elas tiveram que partir debaixo de uma forte chuva. Foi o pior dia que passei em toda a guerra”, emociona-se ao lembrar.

A última tarefa realizada por Arthur foi limpar um campo de prisioneiros construído pelos italianos. Havia uma montanha com mais de quatro metros de altura somente com sapatos dos prisioneiros assassinados. Depois de tanto tempo vivenciando os horrores da guerra, isso não causava mais nenhum impacto.

Terminada a guerra, o AFS tornou-se a maior instituição de intercâmbio entre estudantes no mundo. A missão ainda é garantir a paz, agora por meio da educação e da tolerância entre culturas. Milhares de estudantes de 55 nações têm anualmente a possibilidade de viver em uma outra realidade, em um outro país. Talvez esta seja a maior vitória de Howe.

Franceses lutaram entre si

Pouca gente sabe, mas durante a Segunda Grande Guerra, criou-se na cidade de Vichi, na França, uma tropa que nunca foi reconhecida pelos aliados. Os Vichi então passaram a colaborar com os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), e foram comandados por Pierre Laval e Jean François Darlan. Eles governaram a França enquanto o país estava sob ocupação nazista. Durante a guerra na África, o 8° Exército Britânico, do qual fazia parte o Exército Francês Livre, deparou-se com as tropas Vichi. Não deu outra: soldados franceses lutaram contra seus próprios conterrâneos.

domingo, setembro 17, 2006






Vou aproveitar a oportunidade pra falar do maior espetáculo da Terra no período de um final de semana que a região COE já produziu ... o FORUM [ KABOOOOMMMM!!!] Inter-regional Centro, o popular FOICE!

Vou postar aqui umas fotos para que todos confiram o que fizemos. Não vou escrever nada, pois é bom que todos tirem suas próprias conclusões!

AbraCOEs,

Bruno
(Fotógrafo Oficial do FOICE - FOFOICE)

sábado, julho 15, 2006

Novidades do Comitê Gurupi

Bom, depois de 450.000.000.000.000 tentativas, acho que agora vai.
Essas fotos aí são do Arraiá do Bijú que o Comitê Gurupi participou. O Colégio Objetivo tá sendo nosso grande parceiro.

Abraços tocantinenses.
Cassandra Aguiar








Fernanda e suas amigas vendendo amendoim e afins









Felipe Augusto, o noivo e prof. Reinaldo, diretor do Colégio Objetivo de Gurupi













Lilian e Maicon dançando no arraiá













Vagner e Juliana, detalhe ele tá dirigindo alguma coisa e até hj não descobri o q.












Isabela e não sei quem (esqueci o nome dele)













Menu da barraca do AFS













Lívia, Daniela, Felipe e Lunny mais um monte de alunos se preparando para entrar na dança














Daisy, voluntária do comitê, super concentrada, na função "Caixa da Barraquinha". =D














Barraquinha do AFS

sábado, maio 20, 2006






Olá COE,

estamos nos aproximando de mais um Treinamento Regional da COE, que acontecerá em Pirenópolis, no próximo fim de semana (27 e 28 de maio). O prep team, está empenhado na estruturação do treinamento, para que todos obtenham máxima satisfação e que o aprendizado ocorra de forma divertida e contextualizada a vivência dos voluntários em seus comitês.

Abraço!!!

Equipe TNT

sábado, abril 29, 2006

Convenção Regional,
COEgas, abaixo seguem algumas fotos da última CR. Quem estava lá sabe o tanto que o evento foi legal. Vamos continuar com a empolgação criada neste final de semana. Parabéns para todos os presentes por terem criado um clima harmonioso para o trabalho. Com certeza podemos dizer que essa convenção foi disparado a melhor CR dos últimos tempos. Agora temos que pensar na CR do final do ano, que tem por obrigação ser ainda melhor que a primeira.
Foto Oficial

Estrada de entranda da Santa Branca. Achei essa foto muito simbólica!





Despedidas... Eh saudade!


O nosso D.A., Alexandre Barra, com a mão no bolso. Conferindo se a bufunfa estava toda lá.

Abraços!!!

segunda-feira, março 27, 2006

Respeitável Público, com vocês, PARÁ!



Gostaria que todos dessem boas vindas ao nosso mais novo voluntário da região COE. Ele não é nada novo, tem anos de voluntariado no AFS, mas esteve afastado por alguns anos (4 para ser preciso).

Apresento a todos, o Pará, que tem um apelido um pouco esquisito = Jorge André. Ele foi candidato a intercambista em 1996 para a Letônia, mas sua mãe achou que era um país convencional demais e acabou vetando o intercâmbio do menino. Que pena! Seria o primeiro intercambista goiano na Letônia. Mas tudo bem, ele acabou se convencendo em ir para a Espanha. Seu destino na Espanha foi meio esquisito, morou na província de “extrema dura”. Voltando de lá, Pará virou voluntário do comitê Goiânia, até 2002. Durante todo este tempo (1997 a 2002) passamos bons momentos nos altos e baixos do AFS. Foram tempos bons, que com certeza estão marcados em nossas memórias.

Pará, fico feliz pelo seu retorno!!!

SEJA BEM VINDO

domingo, março 26, 2006

CR+ORCAII+Orientação Pré-Retorno = BIG, MAX, PLUS, MEGA evento da COE

Temos fotinhas que acabam de sair do forno, ou melhor, do Memory Stick. Eu e o Henrique nesta tarde de sábado (25/03/06) fizemos uma diligência até a Fazenda Santa Branca e tiramos várias fotos. Abaixo estou postando algumas.



Entrada da "Casa Sede" (local onde ficaremos)



Salão de Reuniões

Varanda da Casa com mesa de Sinuca ao fundo


Outro Quarto


E "ema, ema, ema, cada um com seus problemas"

Na Kombi

Saudades, esse Treinamento deixou saudades! Segue abaixo, uma foto tirada dentro da Kombi que fez o nosso transfer de Guarulhos para Guarulhos. Isso mesmo, de GRU para GRU! Ficamos hospedados em um hotel por uma noite, pois o lugar onde aconteceria o treinamento estava totalmente reservado para um “encontro de casais”. Surreal!!! (Como diz a Angela) O momento mais crítico dessa aventura de um hotel para o outro, foi quando o motorista errou o caminho e acabamos entrando em uma favela de Guarulhos, de repente estávamos numa rua sem saída que não dava para manobrar de tão estreita. Foi um sufoco!!!


Legenda: Lucas (de boné), Denise (de óculos), Victor (ou parte da minha barriga no canto direito), Angela (banco da frente à esq.), Bell (no centro) e Matias (canto direito).

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Série - APRESENTANDO OS COMITÊS:



UNAÍ
O nosso Blog está com a proposta de apresentar todos os comitês da região com fotos e descrição de sua trajetória na longa história de 50 anos do AFS. Unaí será o Comitê abre-alas da série. Confiram!!!
"Unaí - MG, fica a 160km de Brasília, DF. Considerada a Capital do Noroeste Mineiro por seu potencial agropecuário, possui o título de maior produtora de feijão do Estado. É o segundo maior munícipio em extensão geográfica e sua população é de 70.033 (IBGE 2000). Tem uma frequente atividade cultural ainda que não muita expressiva por falta de espaços para essa finalidade. Apesar da proximidade com Brasília possui uma cultura muito particular, diferenciando-se inclusive de cidades próximas no mesmo estado.


O AFS iniciou suas atividades em 21 de abril de 2001 como representação, elevando-se a Comitê em 21 de abril de 2002 (referendado em setembro de 2002 na Convenção Nacional de Canela). Hospedou desde então, 8 estudantes e enviou pela primeira vez em 2005, 2 estudantes sendo um deles bolsista para a China. Em 2006 envia mais 2 ou 3 estudantes caracterizando dessa forma um comitê já bem estabelecido
Nas comemorações dos 50 anos do AFS e bem a propósito da onda JK seu lema é: AFS Unaí, 50 anos em 5!"

Foto Aérea de Unaí - 2001



Candidatos de 2005

Raida (esq.) presidente recém empossada

Tininha (dir.) recém ex-presidente

Foto Oficial da Feijoada para Arrecadação de Fundos

Marcelo Melo - V.O. de Unaí

Em linhas gerais o Comitê Unaí foi apresentado!!!

Abraços!!!

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Tem que ter paciência. Mas vale a pena!!!!

É dica do Blog, façam leitura desse texto futurista do nosso super voluntário MARCELO MELO de Unaí.


WWWAFS: “Desde os Primórdios até Hoje em Dia”
"Uma visão da organização para 2075" ou"Um mundo de siglas".

Por Marcelo Melo


Shaloha! Sou o Vomelo32a.S11 originado no antigo CE, mas procedente de BSB da região COE. O ano é 75 a.S.11 ou para ficar mais claro, 2075. No momento mantenho o domínio dentro da região MIN, mas atuando para COE. Nesse exato instante me encontro diante do TDVO do AFS pensando se desplugo ou não. Já não agüento mais tanto SM, PTV e YP enchendo o meu site. A última encheção foi USWSMUIO2-49/50, que teve um ER-Ctrl-Alt-Del, pois ingeriu sal, substância ilegal por ser prejudicial à saúde. A substância é proibida aqui na UIO2 – União Islâmica Oriente Ocidente. Ela foi banida da IDR de alimentos. A hostfam, um H7IIcentrino da Bio-Intel®, simplesmente ignorou o fato e sem nos informar deu um ALT-F4, ou seja, fechou o programa. “Essas novas hostfam têm este inconveniente. Por fazerem parte da biotecnologovernance desenvolvida pela Bio-Intel®, conseguem pensar por si próprias e não consultam os VO’s.” Afirma o SI Cloney, Eduardo Cloney. Ele diz ainda que “com o surgimento das gerações dos Hexus e Heptum, o Pentium5 deixou de ser a melhor opção para o momento, na época, 2020”. “Só agora estamos vendo os resultados dessa biotecnologovernance!”, completa. Como o participante ficou sem domínio, tivemos que aplicar, então o ER-Ctrl-Alt-Del.
É... Depois da entrada do Global Link e do Policy Governance, muita coisa mudou no AFS.
Se você é um VO – Voluntário "Otimizado", da minha época deve estar com a mesma dificuldade de ler esse artigo, como eu de escrevê-lo. Deixe-me explicar um pouco antes de contar toda a história.

É que, com a chegada do Global Link, o novo sistema operacional, e o Policy Governance o novo sistema pensacional que passou a vigorar em caráter definitivo, a partir de 2010, os procedimentos dessa ONGE simplesmente se revolucionaram. Foi um Upgrade incrível. E olha que eu não imaginava que o AFS era upgradable. Algum tempo antes dessa transformação, também estávamos meio desorientados. Estávamos contentes por termos conseguido virar e sair do vermelho. Mas muitos de nós perguntávamos: Para onde crescer? Como? Por quê? É claro que hoje em dia tudo é mais simples. Os RE que trabalham há menos tempo, de 2030 pra cá, estão muito mais UP-TO-DATE. Por que subsistimos ainda?
Acredito que a esperança é última que morre. E esperança lembra verde. E como verde é a cor da logomarca do AFS, penso que seja isso o que ainda me mantém nessa ONGE. Sim! Mudaram a cor da logomarca. O azul foi trocado pelo verde em 2016, quando descobriram que as pigmentações azuladas continham partículas de H2O, elemento muito escasso para ser usado em Logomarcas!! Outro motivo da mudança foi o fato de o céu ter mudado sua coloração para o verde por causa do esfriamento do Sol. Não se pode esquecer ainda do Green House Effect Inverso que colocou uma grande redoma de vidro esverdeado em volta da Terra, isso em 2012, para minimizar os problemas da camada de ozônio. Na verdade não sabemos se ela ainda existe. O Sol vem se esfriando em média 0,005º a cada dez anos. Essa aceleração aconteceu a partir do novo marco histórico mundial. Como todos sabem já não definimos a história mais com a.C. e d.C. e sim a.S11, Antes do Setembro 11 e d.S11, Depois do Setembro 11. Portanto estamos no ano 75 d.S11. Após os eventos daquela data os U.S.W – United States of the World temendo as conseqüências dos ataques, conectaram cabos de fibras óticas no Sol de onde passaram a extrair a energia sem precisar importar mais o obsoleto petróleo da U.I.O2.. Hoje em dia usamos o petróleo apenas para fins medicinais, por diversas vezes até espalhando-o no mar para banhos de cheiro, etc. Que fique claro que o H2O do mar não é potável, a não usando dessalinizadores, o que resultaria em sobras de sal que, como já disse é proibido.

Assim fomos solidários a essas transformações mundiais e adotamos o verde e nos tornamos uma ONGE PC iso45001- Organização Não-Governamental Educacional Politicamente Correta com certificado de segurança e aprovação mundial. Acho que ainda tenho esperanças de ver o AFS concretizando sua missão, algo tão incoerente quanto a própria existência da organização.

A missão, apesar de bonita, promove a paz entre povos, entre outros conceitos. No entanto só existem agora, dois povos no mundo. A população dos U.S.W. com 6 bilhões de habitantes e a U.I.O2 com outros 6 bilhões. A antiga ONU que se tornou OUU – Organização das 2 Uniões Unidas, já desenvolve todos os projetos possíveis para promover os conceitos de nossa missão. Assim o conceito de intercâmbio mudou e passamos a ter um ar mais turístico no mundo. Sem sair de casa é claro. Aliás, se o AFS fez algo de bom para o mundo foi transformar o conceito de turismo e intercâmbio.

Com os eventos de S11 as pessoas deixaram de voar e fazer intercâmbio: de “viajar pelos ares”. Inclusive essa expressão tem uma conotação pejorativa hoje em dia. Não dizemos mais que uma pessoa “bateu as botas” Usamos a expressão fulano “viajou pelos ares” ou “pulou a janela”, o que não é muito agradável de se ouvir. Sem o interesse de viajar o AFS entrou com força total reforçando seu propósito: mas com um inusitado processo! Fazer intercâmbio sem sair de casa!!

Assim surgiu o WWWAFS com a nova definição:

World Wow Wonderful! Alumni For Sites.

A sigla AFS permaneceu, mas todos os 12 bilhões de pessoas conhecem seu novo conceito. Aliás, vale lembrar que a população não cresce e nem envelhece mais. E todos já fizeram intercâmbio, daí a palavra Alumni do latim: graduados ou alunos antigos.
A Alumni For Sites com o sucesso de seus ajustes financeiros, comprou em 2023 a arcaica Microsoft e implantou em ’25 o programa de maior sucesso em seus 131 anos de existência:
- o E-tercâmbio. O nome já diz tudo! É claro que no início, surgiram algumas complicações. A seleção teve de ser regerenciada para não permitir a entrada de possíveis vírus – dentre os mais famosos o PNT (Produto Não Terminado) que era também o mais comum.

Os V V’s, Voluntários Virtuais (que surgiram com o antigo Portal do Voluntário), são mais recentes (aliás, se pronunciado em espanhol V V’s soa como bebês talvez demonstrando o grau de maturidade desses voluntários) e, com certeza estão cansados de saber dessa história. Em toda TeleCNN – Tele Convenção Nacional na Net, os V V’s recebem o TPNV-ad¥: Treinamento Para Novos Virtuais ad infinitum. Consiste em um chip que os permitem programar seu treinamento constante e atualização freqüente, visando às habilidades que vão se fazendo necessárias. Infelizmente os VO’s até a série ’02 a.S11, não tiveram a oportunidade de se inserirem nesse grupo por causa do BM99-00, também conhecido como Bug do Milênio. Assim ficaram apenas com o recurso de otimização. No meu caso faço parte da série ‘32 a.S11.

E é para esses VO’s que conto essa história que encontrei nos porões do AFS Archives & Museum que foi estabelecido na antiga Noruega.

A Alumni For Sites tem esse nome a partir do Latinglish, idioma transgênico que surgiu por interesses comerciais dos U.S.W. com a antiga U.L.A. – União Latino-Americana criada 2017 a partir da ALCA de 2006 e incorporada à U.I.O2 em 2007. A idéia inicial era incorporar a U.L.A. aos U.S.W., mas por dissidências sindicais e indefinição racial fomos levados a nos juntar à U.I.O2. A ULA tinha adotado o neolatim como idioma oficial para as Américas Central e do Sul, por se tratar de uma língua mais Roots e por permitir a minimização das diferenças de sotaques espanhóis e o português. Isso não eliminou, no entanto, os dialetos. Entretanto mais tarde com o surgimento da U.I.O2 o Latinglish foi esquecido e surgiu o Islamenglish, a língua universal atual. Uma palavra em Islamenglish, por exemplo, é shaloha! A mistura de Shalom em hebraico (hebraico é a língua proveniente de Ex-rael atual território curdo) ou Salam em árabe e Aloha em havaiano, antigo estado americano que afundou. A palavra quer dizer: Que bom me ver aqui tão feliz de falar contigo, desejo-te paz e até mais. É uma das palavras mais sucintas do léxico universal. O AFS manteve sua sigla por uma questão histórica.
O Conceito Alunos Antigos para Sítios (nome do AFS no meu dialeto, o português, no qual escrevo agora), surgiu com o E-tercâmbio em 2023, quando já se pensava em contornar a drástica queda de intercâmbio que tivemos depois do S11. O novo programa possibilita a alunos, como são chamados nossos participantes já que se trata de uma ONGE Organização Não Governamental Educacional, a participarem de uma vivência remota, em uma hostfam – família hospedeira adequada e de acordo com nossos critérios. É uma espécie de “intercâmbio virtual”, num termo mais fora de moda. Outro aspecto interessante do programa é evidente em seu próprio nome, que já leva o conceito mercadológico em si: Ter Câmbio. Pode ser o oficial, paralelo, ou virtual (o Câmbio Turismo desapareceu, já que ninguém mais viaja fisicamente). Sem o Câmbio o aluno fica impossibilitado de hospedar-se em um site familiar. Do lado da seleção, portanto, Ter câmbio tornou-se o critério universal para classificar os alunos como G ou FF, ou seja, alunos com Gigadollars ou Fracionadum inFelices realis.

Todo esse novo processo de seleção facilitou e agilizou em muito os trabalhos dos VO’s, que são os únicos a trabalhar com a parte operacional da ONGE. Basta a família interessada em hospedar, adquirir um domínio e o HKML - Hosting Kit for Many Links que possibilita à família hospedar mais de um aluno ao mesmo tempo. De acordo com os critérios a configuração mínima da família deve ser H7II com processador Bio-Intel ® com HD (Home District) de 300 terabytes.

Dessa maneira, tomemos meu exemplo: meu domínio é de VO e por isso não posso hospedar. Apenas controlo o programa. Fico com a Região MIN que engloba a antiga região sudeste brasileira emancipada do Brasil por Itamar Franco e incorporada à U.L.A. e mais tarde à U.I.O2. O AFS comprou os direitos de uso dessa região. O papel do Vomelo32 a.S11, sou eu, é o de coordenar os assinantes da minha provedora de E-tercâmbios. Se um assinante de Brasília (BSB) quiser hospedar através de minha provedora, só é possível, pois tenho origens daquele lugar como também de CE – antigo Ceará (hoje em dia se chama CAS – Chico Anysio State, comprado por ele para a produção de comediantes). Portanto vale mais o VO que tem o maior número de vínculos com outros lugares. Isso, inclusive foi uma das coisas positivas que ficou da missão. Aumentar sua rede de relacionamento, que já vem sendo copiado por muitos outros sites e suas comunidades...

Se o VO nunca saiu de seu domínio fica restrito ao próprio. E isso não é bom para ele, já que pelo CEAFS Código de Estética do AFS é bom que eles se relacionem, sem criar vínculos pessoais, é claro.

Aliás , desde o surgimento do E-tercâmbio as novas regras do AFS são: não desplugue sem avisar; não permita contato físico e não use substâncias ilícitas como o sal e a gordura. Temos também as recomendações: Não infecte e não se deixe infectar. O interessante é que essas regras são critérios de participação, por isso temos também feito um excelente trabalho de utilidade pública, pois todos participam de nossos programas, ninguém ingere as substâncias mantendo sua saúde em dia, todos compram na WWW, pois não podem desplugar durante seu ano de participação e ninguém se incomoda com a presença do outro. Assim atingimos um nível de tolerância altíssimo no mundo. Se tudo correr bem, estaremos recebendo o Nobel-Gallati da Paz (compramos a certificação Nobel também) ao completarmos 132 anos de existência esse ano. As antigas regras ficaram obsoletas já que o contato físico deixou de existir. Com essas regras conseguimos evitar alguns dos problemas que costumávamos ter, como alunos que voltavam imensos a seus países, muitas vezes, invadindo o espaço do outro. Isso não acontece mais, pois sequer eles precisam sair de casa. No caso de alguma regra ser quebrada, aplicamos o ER-Ctrl-Alt-Del – Early Return em nova versão.
Toda minha angústia diante do TDVO – Termo de Desplugamento do Voluntário Otimizado (também conhecido como Te DeVo), vem justamente do fato de meu último aluno hospedado ter quebrado a regra 3. o participante pelo SM – programa semestral USW para UIO 73/74 (ano de participação), incorreu nessa falha, fatalmente acarretando em problemas com as regras 2 e 1. Ele só ingeriu Sal por que teve contato com a família e para isso teve que se desplugar sem pedir WV – o Waiver Virtual. Isso trouxe vários problemas que já não tínhamos há quase 15 anos. O SI – Super-Intendente Eduardo Cloney, chateado com a situação, disse que eu lhe devia explicações. Eu quase explodi de raiva – mas não pude para não fazer menção aos antigos homens-bomba – pois o controle do aluno é função da SE. Os VO’s apenas cuidam das famílias e seleções. Por isso apenas enviei-lhe uma mensagem dizendo: sim Te Devo explicações. Inventei qualquer coisa e disse que era uma espécie de: De já vue, ou seja, falha na Matrix de recebimento ou de envio...

Encontro-me ainda consternado tentando achar explicações para o ocorrido. Um fato que me atentei recentemente é que esses problemas vêm se tornando mais freqüentes porque nossos alunos estão insatisfeitos com o programa. O AFS não tem conseguido oferecer-lhes a diversidade que propõe. Mesmo porque, Só há duas nações no Planeta. Eles não vêem muita graça nem muita diversidade. Estão querendo algo novo, como tocar em pessoas, essas coisas... o SI garante que isso será contornado com a versão 2.0 do Global Link que permitirá ao aluno YP, por exemplo, hospedar-se em 365 famílias diferentes em um só ano!. “Isso certamente aumentará a diversidade” diz Cloney. Mais uma verdade AFS cai por terra... Já é interessante a troca de família.

O que entendo afinal, nos altos de meus 109 anos é que a insatisfação foi a causa do problema. Mas qual a causa da insatisfação? A falta de diversidade? A superficialidade? A falta de uma causa? De uma missão? Aquele aluno talvez tenha tido o interesse de tornar sua experiência um pouco mais profunda ao estabelecer o contato pessoal com sua família. Como se fazia no século passado. Aliás, fazíamos tantas coisas interessantes no passado! Short-Exchange, visitas a setores menos favorecidos da sociedade, colocações em escolas públicas. E mais! Os weekends, as festas para arrecadação de fundos, pizza day, rifas para bolsas...
Pois é, caros amigos VO’s. bons tempos aqueles! Saudades daqueles tempos com grandes VO’s: VOmaurício, VOpontual, VOgrego, VOadriana, VOjeff, VOthiago e tantos outros que não conseguiram ou não quiseram fazer o Upgrade. Um grande número de Voluntários que se movimentavam em busca de um objetivo em comum, embora ultrapassado para os dias de hoje. Valores humanos, solidários e com o espírito AFS. Voluntários que lutavam por uma causa que ainda que meio turva, alimentava os sonhos, os desejos, as alegrias, os dias e anos desses missionários.

E se você nunca ouviu falar desse espírito AFS, dessas atividades de anos a.S11, não se preocupe. Você faz parte da geração dos V V’s que podem tranqüilamente receber os chips de história do AFS ou acessarem www.afs.org, www.afs.org.br, e tentar contatos com VO’s que te contarão muitas outras histórias. Shaloha!

sábado, janeiro 28, 2006

Vamos entrar nessa!!!


O AFS está realizando uma campanha de recadastramento de ex-participantes, voluntários e famílias hospdeiras. Podemos ajudar de várias formas. Está tudo explicado na figura abaixo. Clique em cima dela para ampliá-la.


Clique na foto para ampliá-la




quinta-feira, janeiro 26, 2006

Vocês sabiam?

Em setembro de 1990, em Paris, a IAVE - International Association for Volunteer Effort, inspirada na Declaração dos Direitos Humanos, redigiu a Declaração Universal do Voluntariado. A Declaração estabelece que o voluntariado:
  • É uma decisão voluntária, apoiada em motivações e opções pessoais;
  • É uma forma de participação ativa do cidadão na vida das comunidades;
  • Contribui para a melhoria da qualidade de vida, realização pessoal e uma maior solidariedade;
  • Traduz-se, regra geral, numa ação ou num movimento organizado, no âmbito de uma associação;
  • Contribui para dar resposta aos principais desafios da sociedade, com vista a um mundo mais justo e mais pacífico;
  • Contribui para um desenvolvimento econômico e social mais equilibrado, para a criação de empregos e novas profissões.

Um abraço!